O Growth Hacking está diretamente vinculado a uma mentalidade de crescimento sustentável e rápido. Saiba mais neste post!
A grande popularização do digital impulsionou o surgimento de inúmeras transformações que impactaram os mais diversos segmentos. Assim, diante de um mercado extremamente dinâmico e que, cada vez mais, revela-se competitivo, qual empresa não almeja crescer e alcançar um bom posicionamento no seu nicho de atuação?
Nesse sentido, o grande desafio está, na verdade, em encontrar o caminho ideal para atingir um patamar superior — momento em que o Growth Hacking se destaca. Você já ouviu falar sobre o termo?
Nas próximas linhas, você entenderá o que é Growth Hacking, quais são os seus principais benefícios, como aplicá-lo na sua empresa, entre outros pontos igualmente relevantes. Continue a leitura!
A expressão foi criada por Sean Ellis na sua obra "Hacking Growth", que a define como "(...) uma técnica que busca o aumento de vendas e crescimento acelerado por meio de ideias inovadoras e experimentação prática". O termo é formado pela união de duas palavras: "growth" — que significa crescimento, em inglês — e "hacking" — que é derivada de "hacker".
Esse último, do advento da Internet até os dias de hoje, é conhecido como um indivíduo que tem grande domínio da tecnologia e, com isso, emprega os seus conhecimentos para "testar as empresas" e atingir os seus objetivos. Nesse contexto, pode-se dizer que Growth Hacking consiste em uma metodologia que reúne conhecimentos em vendas, tecnologia e marketing para elevar a aquisição de clientes de um negócio.
Trata-se de uma mentalidade que substitui antigos — e já bem ultrapassados — preceitos do marketing convencional para a otimização dos processos a partir da modelagem de soluções, do levantamento de hipóteses e da análise dos resultados de uma ação. Resumidamente, estamos falando de um modo bem mais dinâmico e criativo de pensar o marketing, envolvendo conhecimentos em comunicação, análise de dados e desenvolvimento para buscar soluções inovadoras e que conquistarão o público-alvo.
É importante destacar que, mesmo quando a solução — seja um serviço, seja um produto — da empresa é inovadora e tem alta qualidade, ainda é necessário recorrer a ações que viabilizem a escalada da imagem da marca perante o mercado consumidor, bem como a fidelização dos clientes preexistentes. Seguindo essa linha de pensamento, a seguir, elencamos os principais benefícios do Growth Hacking.
Não raramente, os negócios que desejam crescer no seu segmento de atuação se veem diante do engessamento dos processos, o que se torna um desafio. No entanto, quando se trata do Growth Hacking, isso não é um problema, pois a agilidade da implementação e a rapidez das testagens em prol da geração de soluções constituem a sua essência.
Outro ponto positivo do Growth Hacking é que não se trata de um processo que se baseia em achismos, pois existe uma metodologia formada a partir de testes e hipóteses, de modo que os acertos e os erros acabam por direcionar os investimentos. Assim, o negócio passa a ter uma estratégia bem mais certeira e que cria oportunidades de negócio mais sustentáveis e melhores.
Com um enfoque voltado à produção dos melhores resultados, o Growth Hacking elimina campanhas que não envolvam métricas bem definidas e metas claras. Logo, quando o objetivo almejado não é alcançado, chega-se à conclusão de que não há razões para investir na iniciativa. Isso evita a alocação de recursos em canais que apresentem um potencial reduzido de retornos positivos.
O propósito central do Growth Hacking é maximizar o crescimento, tanto quanto possível, com o emprego do menor esforço. Entendendo isso, torna-se mais fácil enxergar que a diminuição dos custos é um resultado natural, tanto na aquisição quanto na manutenção dos consumidores.
Como dito, o Growth Hacking é uma mentalidade direcionada ao crescimento que precisa ser introduzida na cultura organizacional. Nesse sentido, uma maneira de aplicá-lo no negócio envolve o cumprimento de seis diferentes etapas, listadas, a seguir:
Para dar início a um processo de crescimento empresarial acelerado, o ponto de partida é identificar as áreas mais estratégicas — e que, portanto, devem ser priorizadas — e/ou as lacunas existentes. Em seguida, é importante que a equipe direcione os seus esforços a uma área por vez.
Após a identificação da demanda, o passo seguinte é criar hipóteses acerca do que pode ser feito para supri-la. Então, comece a buscar soluções que visem resolvê-la e estabeleça quais são as métricas que você gostaria de impactar a partir das suas ações (por exemplo, as taxas de conversão, melhorando-as).
Com a hipótese já em mente, organize a solução que passará pela testagem. Nesse momento, é recomendável colocar no papel:
Nessa etapa, é preciso colocar em ação aquilo que foi planejado. Nesse contexto, é indispensável ordenar a priorização das ideias para a avaliação das hipóteses e dos resultados obtidos.
Possivelmente, você precisará recorrer a algumas ferramentas de Growth Hacking, como:
Lembre-se de que a ideia por trás do Growth Hacking é aprender, mesmo quando os resultados alcançados estão distantes dos esperados. Então, não deixe de analisar se a hipótese se confirmou ou se algo deu errado (e, é claro, qual foi a falha).
Por fim, se as hipóteses e os processos foram confirmados, é chegada a hora de entender de que forma escalar o resultado obtido e qual será o processo estabelecido para atingi-lo. Do contrário, é hora de fazer o descarte.
Tenha em mente que todo o modelo do Growth Hacking é vinculado a um plano de crescimento acelerado. Ele deve ser rapidamente estabelecido, elaborado, testado e implementado — ou descartado, com a absorção dos acertos e dos erros para o ciclo seguinte.
Agora que você entendeu o que é Growth Hacking, percebe como esse modelo pode ser aplicado a qualquer empresa? Afinal, como o conceito está diretamente vinculado a uma mentalidade de crescimento sustentável, rápido e com a utilização mais reduzida de recursos possível, tanto pequenos negócios quanto grandes corporações — com muito ou pouco capital — podem colocá-lo em prática.
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